Por que? Ora, porque permitiu que um religioso muçulmano conduzisse orações em uma Igreja católica. Resultado: o religioso muçulmano foi fiel à sua religião e chamou Jesus de “profeta”, já que o islamismo não reconhece a divindade de Cristo.
Enquanto cedemos, em nome da tal fraternidade universal bergogliana, eles não cedem. Mantendo-se fiel à sua fé, nos destroem por dentro, com o incentivo e patrocínio de Jorge Bergoglio.
Quanto mais vemos, mais claro fica que existe uma igreja apóstata que está eclipsando e usurpando a verdadeira Igreja de Cristo.
Esse absurdo anticatólico descrito na notícia acima foi cometido em uma escola católica, em Dublin, na Irlanda. Sim, foi isso mesmo que você leu, em uma escola católica – em um evento em que o padre Fergal MacDonagh convidou um líder muçulmano para dar uma bênção aos alunos, bem como para oferecer uma oração na qual ele se referiu a Cristo como um mero “profeta”.
Que tremenda heresia! Pense no nó anticatólico – demoníaco mesmo – que este convidado de honra e este padre (que nada conhece do nosso catecismo, ou, se conhece, esqueceu-se de tudo e está doente da cabeça), juntos, promoveram, propositalmente, nas cabeças daqueles alunos! Novamente, em cima dos pequeninos! Novamente, tornando Jesus apenas mais um, como Maomé.
Ecumenismo, boa vizinhança, fraternidade universal dá sempre nisso: heresia e ataque frontal à fé católica.
Entretanto, há que se considerar que conforme a herética tragédia que é a mais recente encíclica de Bergoglio, “Fratelli Tutti”, o tal padre Fergal ganhou pontos com o chefe.
Em tempo 1: Temos de entender de uma vez por todas que não há união nem proximidade possível entre católicos e outras religiões que não reconheçam Jesus Cristo como sendo o filho único de Deus, Deus-Filho, único Senhor e Salvador da humanidade. Não há e nem deve haver.
Entendamos, também, que o dito acima nada tem a ver com desrespeitar outra religião, nem muito menos desrespeitar as pessoas que não professam o catolicismo. Água e óleo não se misturam e é simples assim.
Nossa ação de amor para com os não católicos é, conforme ordenou Jesus, levar seu Evangelho a eles, como fez São Francisco, cuja verdadeira história foi tão adulterada pelo Papa na catastrófica Fratelli Tutti, ignorando que São Francisco levou Nosso Senhor ao sultão, convertendo-o.
Não dá para conciliar a nossa fé católica com nenhuma outra religião, porque nós somos os ÚNICOS que acreditamos verdadeiramente que Jesus é o Filho de Deus, o messias, o Salvador, o enviado.
Nunca percamos de vista que agir tal qual agiu esse padre redundará em trazer e permitir que se tragam mais heresias para dentro da Igreja. Redundará, também, em mandar milhares almas “inocentes” direto para o inferno, como Nossa Senhora alertou em Fátima.
Em tempo 2:
Jesus não é nem nunca foi somente um profeta. Jesus é e sempre foi Deus, obstante ser também carpinteiro, filho de Maria, profeta, rei, cordeiro definitivo, sacerdote definitivo, Messias, Filho do Homem, Filho de Deus, Salvador, Redentor etc.
Jesus, junto com o Pai e o Espírito Santo, é a Santíssima Trindade. Três pessoas, uma só divindade. Até uma criança católica de 7 anos sabe disso.
Jesus é e sempre foi Deus. Quem não acredita nisso não é católico e está longe da salvação.
Sejamos católicos, pois Cristo foi o único que ressuscitou pela própria virtude.
Força, fé e perseverança.