Comunistas são sempre comunistas. Qualquer bandeira que destrua a família, a sociedade, a tradição, o conservadorismo, as instituições e tudo mais que existe deve ser adotada, somente para destruir mesmo. Frankfurtianamente, é claro.
Mais interessante ainda é quando a levantada de bola vem do Papa que, por definição, deveria ser, por posição e por doutrina, duplamente escudo, seja contra o gayzismo, seja contra o comunismo (ateísta, que prega a destruição formal da Igreja).
Vivemos em tempos modernos que nem Rahner, Kuhn, Von Balthasar e DeLubac esperariam em seus mais criativos devaneios heréticos…