Francisco não deu um palavra sequer de conforto aos católicos americanos, quando das diversas igrejas queimadas nos Estados Unidos, que ele odeia como país e como símbolo, assim como ficou em silêncio sobre as estátuas de santos derrubadas, de Nossa Senhora degoladas e mesmo de Cristo depredadas. Idem no Canadá, na Europa…
Francisco, que quer ser amigo de todos no mundo (“Fratelli Tutti”); só não é mais amigo dos católicos de verdade, que ele e seu séquito de asseclas comunistas, gayzistas e universalistas chamam pejorativamente de tradicionalistas.
Ora, não há catolicismo sem Tradição. São 2000 anos. Inovadores de doutrina é que não são católicos de verdade. Exegese sim, ressignificação não! Hermenêutica sim, reinvenção não!
Cristo nos proibiu de mudar uma vírgula sequer, para mais ou para menos, de seu Evangelho. Por 2000 anos não fizemos isso, até o Concílio Vaticano II e a mundanização da Igreja.
Francisco é o produto mais evidente disso tudo. É o líder de uma Igreja que se pretende globalista, integrativa, pacifista, ecologista, humanista acima de tudo, mas sem Cristo, sem sofrimento, sem tribulação, sem inferno… e também sem vida eterna. Afinal, como ele mesmo diz, ou salvamos-nos todos ou ninguém se salva (!!!!!????).
Francisco é uma construção não católica. Não o santo, nosso São Francisco, a quem Jorge Bergoglio está tentando repaginar para ser mais aceito pelo mundo ecumênico imaginado pelo noachismo e pela maçonaria que empregam Bergoglio.
A nova igreja de Francisco, que coloca 2000 anos de catolicismo em chamas, quer dialogar com o mal, mas recorrentemente ignora o bem; afinal, por exemplo, até hoje a Dubia está sem resposta!
Em tempo: procurem ouvir nos vídeos que circulam pela Internet, especialmente no Twitter, as expressões de alegria e ódio embalados de sentimento de vitória e libertação expressos pelos manifestantes sacrílegos.
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