Com todos os elementos de uma religião (divindades, ritos, liturgia, orações, linguagem própria, tradições, valores, doutrinas, etc), o Novo Normal se impõe, pelo MMM (medo, mentira e manipulação), a toda população, acuada e sendo levada à confusão, angústia, apatia, falência, depressão, desumanização e até suicídio.
Nesse culto global à casa comum (que não é mais o Céu), à criação (e não mais ao Criador), à deusa gaia (mãe-terra, pachamama, agora refletida até nas moedas do Vaticano, em evidente ação herética e de provocação ao Nosso Senhor Jesus Cristo), a humanidade aparece como redentora/salvadora de sua “deusa”, contrariando a fé católica de que a humanidade, pecadora, é quem necessita ser salva, por Jesus Cristo, Filho do Deus-Vivo.
Ao assumir o papel de redentora/salvadora, a humanidade, inspirada, dentre outros, nos conceitos maçônicos, ocultistas, naturalistas, panteístas e comunistas, joga fora Deus e seu Filho, se posicionando como Lúcifer, o primeiro a querer assumir o papel de Deus.
E isso tudo se dá abertamente com o apoio da Seita Pós-Conciliar que eclipsou (termo de Nossa Senhora em LaSalette) e assumiu os instrumentos formais da Santa Igreja de Cristo no Vaticano (vide encíclicas Laudato Si e Fratelli Tutti de Francisco).
O reino do anticristo está em gestação. Os sinais, como em Mateus 24, estão todos aí. Só não vê quem não quer.
Monsenhor Viganó e Dom Athanasius Schneider viram. Cardeais Burke, Miller, Brandmuller e Sarah também, assim como o Bispo Strickland e o Padre Altman. Por aqui, os padres Paulo Ricardo e Rodrigo Maria e o Frei Tiago de São José têm se levantado.
“Quem tem ouvidor para ouvir, ouça”. Ouviremos?