Para entendermos como a Igreja chegou à tamanha apostasia com Francisco, precisamos lembrar tudo que vem ocorrendo desde o “hostyle takeover” impetrados pelos infiltrados (maçonaria, comunistas, modernistas, naturalistas, máfia de St. Gallen, gayzistas, pedófilos, etc) desde o fatídico Concílio Vaticano II.
João Paulo II, hoje santo, foi um grande Papa? Em boa parte de suas ações e decisões sim. Mas, da mesma forma que João XXIII, Paulo VI, João Paulo I e, depois, Bento XVI é fruto desta cultura modernista da igreja de transição, hoje eclipsada pela Novus Ecclesia, de Francisco.
Foi o Papa João Paulo II, por exemplo, quem introduziu ídolos no templo (Buda) e conduziu a fatídica oração ecumênica em Assis, que desencadeou as ações do Monsenhor Lefevbre, que posteriormente levaram à sua excomunhão…
Aliás, vale lembrar que João Paulo I foi “naturalmente morto” no 33o. dia de seu pontificado, que João Pulo II foi alvejado por um “lobo solitário desequilibrado turco” e que Bento XVI foi “voluntariamente impeachado porque já ia morrer há 7 anos atrás”.
Se recordar é viver; então recordar é não se esquecer do verdadeiro e único caminho à Salvação!
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