Independentemente se você gosta ou não de Donald Trump – isso é irrelevante aqui, o fato é que o Papa, como chefe de Estado do Vaticano e como líder da Santa Igreja, não só ignorou todo bom-senso de esperar que as eleições, em franco e amplo litígio, sejam resolvidas nos EUA (Joe Biden não declarado presidente-eleito por nenhum órgão competente e regulamentado para tal). São inúmeras fraudes documentadas, em investigação, todas em estados geridos pelos Democratas.
Mas Francisco ignorou a lógica e a diplomacia e, como torcedor, felicitou seu preferido, que se diz “católico”, mas defende o aborto, a união homossexual e toda pauta esquerdista.
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