Máscara = mensagens do tipo: não abro minha boca, abaixo a cabeça para o Estado opressor, sou submisso, você não pode ver meu sorriso, somos robôs sem emoção, sou perigoso, você não sabe do que sou capaz, sou falso, não confie em mim… ou seja, tudo que nos torna submissos ao poder político-econômico dominante e, ao mesmo tempo, dissociado do tecido social que nos faz, como sociedade, um só Corpo.
É o famoso dividir para conquistar de Lúcifer.
Afinal, a máscara agride frontalmente os 2 mandamentos de Cristo: (1) “amar a Deus sobre todas as coisas” se transforma em se escravizar pelos tecnocratas do Estado, mesmo às custas da fé e (2) “amar ao próximo como Eu vos amei” se torna temer o próximo que pode ser uma “bomba viral”, perdendo os sinais de comunhão, afeto, proximidade e confiança.