Neste livro, Xuxa conta a história de uma anjinha que recebe a difícil tarefa de escolher quem serão seus pais na Terra. Com a missão de vir para este mundo espalhar amor, a bebê tinha que encontrar a família perfeita. Assim, a anjinha escolhe ter duas mães.
A pergunta é: por que Xuxa escolheu colocar duas mães para Maya ao invés de um casal normal, formado por homem e mulher?
É óbvio que seu livro recebeu críticas. Mas a resposta foi pior ainda, já que ela apelou para o uso herético do famoso “Deus é amor”, que os filhos do Vaticano II se esmeraram em prostituir por toda sociedade, que agora recita essa frase feito papagaio de pirata, sem sequer saber quem Deus é!!!!
Aliás, Xuxa também diz que é católica. Bem, deve ser… dessas modernistas, que só assumem a potestade do título, porque certamente não há qualquer compreensão doutrinária por parte dela.
Por isso, cabe a questão: esse mesmo Deus ao qual Xuxa se refere nos disse concretamente que há limite no exercício desse amor e um desses limites é a proibição ao homossexualismo.
Como católica Xuxa sabe ou deveria saber disso.
Com a sua influência, inúmeras pessoas homossexuais irão pecar e adotar bebês. Isso é mais do que um pecado que ela estará estimulando os outros a cometerem. E, pior, pecados que ela mesma disse que nunca cometeu na sua vida!?!
Uma verdadeira católica luta contra as desordens dos homens e não trabalha para dar os alimentos que essas desordens pedem para levar o homem a pecar.
Um livro que poderia ser católico virou um desserviço Àquele que a própria Xuxa se referiu para justificar a sua falta.
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