Com isso, Francisco afirma que a fé católica não é necessária para a salvação, que a Santa Igreja não é o Corpo Místico de Cristo, que Deus não é Trindade, que Cristo não é o único caminho, que ele não é vigário de Cristo.
A Fé católica é o único caminho que salva. A Fé católica é o que herdamos de Cristo, pelos apóstolos e pelos santos padres da Igreja. É a fé apostólica, do Depósito da Fé, da Didaquê, da Doutrina, do Magistério, da Tradição, dos Dogmas, da Liturgia, dos Sacramentos, das Devoções, dos Concílios. É isso que salva.
A Igreja católica é o conjunto das pessoas batizadas que professa a fé católica, é o instrumento, o corpo onde esta fé se manifesta ao mundo e produz salvação. Por isso, de nada adianta estar na Igreja Católica sem ter a fé católica (como ocorre hoje com a maioria dos católicos). Ou ter somente a fé católica, sem estar na Santa e verdadeira Igreja.
E como é que nós sabemos que a fé católica é a verdadeira fé? A Bíblia não é a totalidade da fé, mas o Magistério da Igreja fundada por Cristo para dar a verdadeira interpretação do que Ele disse; do contrário, estaríamos todos perdidos, porque cada qual interpretaria a Revelação como quisesse o que uma pessoa que se dizia Deus disse e fez há 2000 anos na história.
Essa é a diferença entre a religião divina para as religiões humanas.
A fé católica é, portanto, o que Cristo revelou e que Ele fez questão de transmitir aos apóstolos, fundando a Igreja Católica, sob a autoridade de Pedro, para que os Papas no Magistério infalível, no decorrer da história, pudessem confirmar juntamente com os Concílios e o Magistério infalível, aquela mesma fé católica que Cristo havia revelado aos apóstolos.
E assim foi até o Vaticano II, nos anos 60, que depois de distorcer tudo e introduzir heresias, gerou Francisco como Papa.