A Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2021 literalmente dividiu a Igreja entre católicos reais e católicos modernistas anticatólicos, por mais estranho que sejam esses fieis.
Produzida pelo CONIC, Conselho Nacional da Igrejas Cristãs do Brasil, presidido pela “pastora” Romi Bencke, a peça incorpora como objetivos de fraternidade – ou seja, ajuda financeira com o dinheiro dos católicos, diversas pautas comunistas e ateístas, como movimento LGBT, feminismo e globalismo.
Tudo isso com apoio da CNBB, o soviete religioso do país, e do Papa.
Católico de verdade NÃO DOARÁ NENHUM CENTAVO A ESTA CAMPANHA, pois não financia heresias e falsas doutrinas.