Dado sequência aos acordos advindos da Declaração de Abu Dhabi, o Vaticano irá promover um evento que procurar fazer de Maria uma ponte entre o cristianismo e o islamismo. Mas como isso pode ser possível, como ela pode ser modelo de fé de 2 religiões que tratam seu Filho e ela própria de maneiras tão distintas? Para os cristãos, Jesus é Deus, para os islâmicos, um profeta menor, que sequer morreu na cruz.
Realmente é complexo de se entender como o ecumenismo, essa integração “crislam” pode funcionar tendo Jesus como pedra de tropeço.
Ah, sim! O Catolicismo terá de tratar Jesus como mais um caminho e não o único caminho… ou então, como mais um enviado, profeta, como Maomé, mas não Deus… e estamos vendo esse caminho ser trilhado…