Colocando os parágrafos nos seus devidos lugares, segue o resultado concreto…
“O Acordo Provisório diz respeito exclusivamente ao processo de nomeação de bispos: uma questão essencial para a vida da Igreja e para a comunhão dos pastores da Igreja católica chinesa com o bispo de Roma e os bispos do mundo. Portanto, o objetivo do Acordo Provisório nunca foi meramente diplomático e menos ainda político, mas sempre foi genuinamente pastoral: seu objetivo é permitir aos fiéis católicos de terem bispos que estejam em plena comunhão com o Sucessor de Pedro e, ao mesmo tempo, sejam reconhecidos pelas autoridades da República Popular da China”.
Ora, nenhuma entidade ou organização de origem humana (ou seja, todas menos a Igreja Católica Apostólica Romana e sua Comunhão de Igrejas) pode ter o poder de nomeação dos Bispos, que compete exclusivamente à Santa Igreja de Cristo e ao processo de sucessão apostólica, iniciada a partir de São Pedro, nosso 1o. Papa.
Se ninguém, absolutamente ninguém tem poder sobre a Igreja, que é o Corpo Místico e a representação visível do Cristo na Terra, quanto mais um Partido Político Comunista (herege e necessariamente passível de excomunhão, portanto), como chinês – o PCC – poderia ter o poder de indicar, validar, aceitar, negar ou exercer qualquer outro poder sobre um sucessor dos Apóstolos.
“Consciente das feridas na comunhão da Igreja causadas por fraquezas e erros, mas também por pressões externas indevidas sobre o povo, o Papa Francisco, após anos de longas tratativas, iniciadas e continuadas por seus predecessores, restabeleceu a plena comunhão com os bispos chineses ordenados sem mandato pontifício. Uma decisão tomada após refletir, rezar e examinar cada situação pessoal. O único objetivo do Acordo Provisório, deixou claro o Pontífice, é “apoiar e promover o anúncio do Evangelho na China e restaurar a unidade plena e visível na Igreja”.
De um evangelho que só poderá ser aceito se passar pelo crivo de um comunista? Que evangelho seria esse? Aquele que muda passagens concretas, como denunciou o Life Site News?
“O Papa Francisco, em sua “Mensagem aos católicos chineses e à Igreja universal”, em setembro de 2018, imediatamente após a assinatura do Acordo Provisório, lembrou que nas últimas décadas, feridas e divisões dentro da Igreja católica na China se polarizaram “sobretudo em torno da figura do bispo como guardião da autenticidade da fé e garante da comunhão eclesial”. As intervenções das estruturas políticas na vida interna das comunidades católicas provocaram o surgimento do fenômeno das comunidades “clandestinas”, que tentavam escapar do controle da política religiosa do governo.”
Eram essas as comunidades que professavam o verdadeiro catolicismo e que estão sendo perseguidas pela “verdadeira” igreja católica chinesa, fruto da fusão de visão de mundo comunista e humanista que há entre Bergoglio e o PCC.
Era por esses verdadeiros católicos das catacumbas chinesas, perseguidos e mortos pelo Estado comunista, por essa fé pura e real ameaçada pelo poder tirano dos comunistas, que o Papa deveria lutar junto à China. Ceder, coadunar, compor com os hereges, inimigos, sem que estes se convertam, nunca!
Senão vejamos o que o Cardeal Zen denunciou sobre este acordo!
Se depois de muito rezar, a conclusão a que o Papa chegou foi a de que a melhor solução seria entregar aos comunistas – inimigos da fé – parte do Poder que o Nosso Senhor Jesus Cristo entregou exclusivamente aos bispos ordenados, conduzidos pelo Espírito Santo, então, nos cabe perguntar a quem Francisco direcionou sua oração, assim como concluir que esta é mais uma evidência de que algo de muito errado está ocorrendo com Bergoglio e seu disruptivo papado.
Ele precisa imensamente de nossas orações…
E de verdadeira conversão ao verdadeiro Evangelho, da única e verdadeira Igreja.